Dançando no caos e dançando em qualquer cantinho onde toque samba. Dançando sempre completamente nua. Apesar, claro, da minha armadura e meu elmo e aquele escudo que eu finjo nem trazer comigo e daquela armadilha de urso que eu coloquei bem naquele lugar em que você passa se eu me descuidar, só pra assegurar que eu não me traia, ou justamente o contrário.
Dançando na penumbra, vivendo na penumbra, amando, sempre e acima de tudo, os tons de cinza, de noite, de não e de pele.
Meus remédios antimonotonia são vários e estas, multiformes.
Then, again, tudo é multiforme e eu sou várias. Qual era meu ponto, mesmo?
Meu ponto era a dança. A dança, pra não ser o par.